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O FAZER DO CURURU EM CORUMBÁ-MS: CONSIDERAÇÕES SOBRE O CONTEXTO E A PRÁTICA DA MANIFESTAÇÃO CULTURAL

José Gilberto Rozisca

ISBN: 978-65-5889-414-8
DOI: 10.46898/rfb.9786558894148

Presentación

Reconhecer que o tempo muda o modo como enxergamos um local, fatos e acontecimentos que ficam registrados na história de um passado, que altera a forma como encaramos o presente e a expectativa que temos para o futuro, foi o eixo que nos motivou realizar esta pesquisa.
Trouxemos para o presente estudo uma manifestação da cultura popular – o Cururu – que vem persistindo em sua existência, vencendo algumas das imposições do tempo diante de todo um contexto de mundo, cujo propósito parece ser suprimir aquilo que não é nutrido pela massa.
Acreditamos que a arte do Cururu como traço cultural de Corumbá-MS, praticado por homens idosos, está resistindo alimentado pela memória dos seus fazedores, os cururueiros. Convém registrar que Alfredo Bosi (1996) nos ensina o que parece ser óbvio, que resistir tem a ver com oposição, é a capacidade de opor-se a um sistema de força contrária, além da leitura de resistência sendo a capacidade de lutar em defesa de algo, pelo peso dos princípios e valores de cada um. O Cururu de Corumbá, região do Pantanal de Mato Grosso do Sul é uma manifestação que podemos julgar resistente ao próprio tempo, insistente no tempo.

Fecha de publicación:

16 de outubro de 2022 18:09:02

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